O partido sustenta que a jurisprudência do STF estabelece a realização de eleições diretas em casos de dupla vacância provocada por decisões da Justiça Eleitoral. O processo será relatado pelo ministro Cristiano Zanin, que já se manifestou favoravelmente à eleição direta, embora tenha sido voto vencido no julgamento em que o plenário virtual confirmou o modelo indireto. Na ocasião, também defenderam eleições diretas os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino.
A controvérsia ocorre após a saída de Cláudio Castro do cargo para disputar uma vaga no Senado e sua posterior condenação pelo TSE. O vice-governador, Thiago Pampolha, também deixou o posto ao assumir uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado, configurando o cenário de dupla vacância.
Com a cassação do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, o comando do Executivo estadual passou interinamente para Ricardo Couto de Castro.
Da redação do 40 Graus.