Política Rui Costa
Rui Costa nega acordo com ACM Neto e rebate rumores sobre caso do Banco Master
Ministro afirma que precisa desmentir fake news constantemente e diz não ter participado de qualquer articulação durante período eleitoral.
27/03/2026 18h55
Por: F. Silva Fonte: Com informações do BNews

O ministro-chefe da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa, negou nesta sexta-feira (27) qualquer tipo de acordo com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, para evitar tratar do escândalo envolvendo o Banco Master durante o período das eleições.

A declaração foi dada durante o Encontro de Prefeitos, realizado no Centro de Convenções de Salvador, onde o ministro conversou com a imprensa e rebateu as informações que circulam nos bastidores da política.

Segundo Rui Costa, os boatos não passam de fake news, que, segundo ele, precisam ser desmentidas com frequência.

“A gente tem que ficar toda hora negando fake news, negando mentira. Eu nunca participei de conversas. Eu tenho falado, falei na entrevista da Record, falei hoje de novo na rádio, toda vez que me perguntam vou falar. Eu não tenho acordo com ninguém, eu nunca fiz acordo com ninguém”, afirmou o ministro.

Nos bastidores, circulou a informação de que haveria um suposto acordo entre as campanhas para evitar desgastes políticos ao abordar o caso do Banco Master. A hipótese ganhou força após a possibilidade de uma colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, que poderia citar diversos políticos influentes da Bahia e do restante do país.

Cartão Credcesta entra no debate, mas ministro evita opinar

Durante a entrevista, Rui Costa também foi questionado sobre a situação do cartão Credcesta, que ficou sem respaldo de instituição financeira após o escândalo envolvendo o Banco Master.

O ministro, no entanto, evitou comentar o tema e destacou que a responsabilidade pela análise cabe às autoridades competentes.

“Isso não cabe a mim analisar. Não sou governador do Estado, não sou prefeito e, portanto, quem tem que analisar a pertinência, conveniência, seja econômica, seja jurídica, seja técnica, é quem está à frente da gestão pública. Isso cabe a quem está sentado para analisar as circunstâncias e ao próprio Banco Central”, concluiu.

Da redação do 40 Graus.