Forças militares dos Estados Unidos realizaram neste sábado (03/01), ataques contra alvos na Venezuela, em uma escalada inédita de tensão na América do Sul. Moradores relataram fortes explosões e intenso tráfego de aviões nas primeiras horas do dia em Caracas e em outras regiões do país.
Em publicação na rede Truth Social, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa teriam sido capturados e levados de avião para fora da Venezuela. Segundo Trump, os EUA executaram um “ataque em larga escala” no país sul-americano.
Operação foi precedida por movimentação militar no Caribe
As ações ocorrem após meses de posicionamento militar norte-americano no Mar do Caribe, com a presença de navios de guerra e do maior porta-aviões do mundo, elevando a pressão sobre o regime venezuelano.
Governo venezuelano denuncia agressão e cobra provas
Em nota oficial, o governo da Venezuela classificou a ofensiva como uma “agressão militar gravíssima” contra alvos civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira — onde estão localizados o aeroporto e o porto da capital.
Caracas convocou forças sociais e políticas à mobilização e exigiu prova de vida de Maduro e de sua esposa.
Reação internacional
A Alemanha informou que acompanha a situação “com grande preocupação”. O Ministério das Relações Exteriores alemão anunciou a convocação de uma equipe de crise e disse manter contato próximo com sua embaixada em Caracas, segundo a agência Reuters.
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