A morte de Emídia Nunes Chavante Oliveira, de 74 anos, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no Distrito Federal, levanta sérias questões sobre a qualidade do atendimento médico, possíveis negligências e a suspeita de vilipêndio do corpo. Emídia foi internada no HRT no final de março, apresentando sintomas como enjoo, tontura e dores abdominais e nas costas. A demora em sua admissão e tratamento adequado possivelmente contribuiu para a piora de seu quadro clínico, resultando em sua morte em 31 de março.
A família de Emídia denunciou o hospital por negligência, apontando que ela foi admitida tardiamente, três dias após procurar atendimento. Durante a internação, exames de imagem mostraram que ela tinha os dois rins e uma acumulação de líquido no abdome e na pelve. Entretanto, ao falecer, a autópsia revelou a ausência de um rim, o que causou grande consternação e suspeitas entre os familiares.
A causa da morte, segundo o hospital, foi uma infecção urinária. No entanto, a certidão de óbito indicou "peritonite aguda fibrino purulenta devido a diverticulite perfurada de colo sigmóide", exacerbada por condições pré-existentes como hipertensão arterial e diabetes. Esta discrepância levantou dúvidas sobre a precisão do diagnóstico e o tratamento oferecido.
Os parentes também relataram resistência do hospital em permitir a autópsia, inicialmente alegando que Emídia poderia ter morrido de Covid-19, o que impediria o procedimento. Mesmo após a confirmação negativa para o vírus, a autópsia só foi realizada dois dias após a morte, onde se descobriu a ausência do rim esquerdo, contradizendo os exames anteriores que mostravam os órgãos intactos.
Além disso, o prontuário de Emídia foi alterado dias após sua morte, incluindo uma movimentação suspeita na Central Estadual de Transplante referente às córneas dela, sem a autorização da família, violando as normas legais sobre doação de órgãos.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal sugeriu que o desaparecimento do rim poderia ser devido a uma atrofia causada por um processo infeccioso, comum em pacientes diabéticos com infecção urinária. Eles afirmaram que não houve sinais de extração cirúrgica. No entanto, a falta de uma explicação satisfatória mantém a suspeita de vilipêndio do corpo e negligência médica.
A Polícia Civil está investigando o caso para apurar todas as circunstâncias que levaram à morte de Emídia e o desaparecimento de seu rim, buscando justiça para a família e prevenindo que situações similares ocorram com outros pacientes.
Da Redação do 40 Graus.
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